Você consegue diferenciar uma pedra preciosa de uma semipreciosa? Neste post vamos te mostrar a real diferença para não errar na hora das compras. Confira!

Ao pensar em pedras preciosas, os primeiros nomes que vêm a mente são: rubi, esmeralda, safira e, claro, a mais conhecida de todas: o diamante. Se conseguiu se lembrar dos nomes destes 4 tipos de gemas, já sabia de cor toda a lista das pedras denominadas preciosas. Isso porque elas são colocadas nesta categoria, que surgiu no século XVI.

Todas as gemas que não são consideradas diamantes, safiras, rubis ou esmeraldas e que mesmo assim são usadas na confecção de joias e ornamentos, caem automaticamente na denominação de semipreciosa. Algumas você provavelmente conhece: jade, ametista, topázio, turquesa, entre outras.

Mas o que torna uma pedra realmente preciosa? Bom, existe uma série de razões naturais que elevam a relevância de uma gema no mercado. Uma delas é a raridade: quanto mais difícil é de encontrar uma determinada gema na natureza, mais valiosa ela se torna. A resistência também é um fator que implica em seu valor, pois pedras consideradas preciosas são exatamente resistentes e duradouras.

No entanto, embora a denominação pedra preciosa seja correta, o mesmo não se dá com pedra semipreciosa. A principal razão é que nunca houve consenso sobre quais pedras seriam consideradas preciosas. Normalmente eram assim classificadas o rubi, a safira, a esmeralda e o diamante. Outra razão para não se separar as gemas em preciosas e semipreciosas é a inutilidade dessa distinção. Para o Brasil, que produz boa quantidade de esmeralda e diamante, mas quase nada de rubi e safira, a distinção, mais do que inútil, é prejudicial.

Ainda que esmeralda, rubi, safira e diamante sejam usualmente gemas caras, a turmalina-paraíba tem preço médio maior que o do rubi e o da safira (e com as jazidas em fase de exaustão, ele só tende a aumentar). Por esse motivo, a classificação semipreciosa caiu em desuso em quase todo o mundo, sobrevivendo apenas em alguns países, entre eles o Brasil.

A própria Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) recomenda evitar sempre o uso da palavra semipreciosa, substituindo-a por preciosa, salvo nos casos de exigências comerciais ou legais (NBR 10630).

Resumindo: tudo vai depender de diversos fatores, mas uma coisa não se pode negar: são todas lindas independente da nomenclatura, não é mesmo?

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